Definir a forma de pagamento ao comprar uma casa própria é uma decisão que exige muita atenção, já que impacta bastante o bolso do adquirente. Normalmente, opta-se pelo financiamento ou consórcio para aquisição de bens de grande valor, sendo fundamental saber a diferença entre eles.

Se você não sabe a diferença entre os dois conceitos ou não tem certeza de qual é a melhor opção, continue lendo este artigo. Aqui explicamos como funciona cada uma dessas duas formas de pagamento, quais são as suas vantagens e, no fim, como fazer a escolha certa. Confira!

Financiamento ou consórcio: qual é a melhor opção?

De forma geral, em ambas opções o comprador contribui com valores mensais para adquirir o imóvel, mas não existe uma opção melhor à outra. Na verdade, a opção mais adequada depende de quando você precisará utilizar o bem. Veja as diferenças nos tópicos abaixo.

Financiamento

O financiamento é um empréstimo concedido pelo banco para a aquisição do imóvel, sendo que o adquirente pagará o dinheiro em parcelas corrigidas com juros. Normalmente, o parcelamento é longo — de 20 a 35 anos —, e o imóvel fica em nome do banco até que a dívida seja quitada. Veja as principais características dessa modalidade:

  • agilidade para utilizar o imóvel: você recebe o imóvel assim que o usa o dinheiro do financiamento para comprar a casa, podendo morar nele ou alugá-lo para um terceiro;
  • possibilidade de usar o FGTS: se você trabalha de carteira assinada, mensalmente o empregador contribui para o seu FGTS, que pode ser usado para diminuir os valores da parcela;
  • segurança: com a ajuda de uma imobiliária, tudo é mais seguro;
  • entrada: normalmente os bancos exigem que um percentual do imóvel seja pago como entrada (normalmente entre 20% e 30%).

Consórcio

Assim como o financiamento, no consórcio você também paga por um longo prazo parcelas mensais para adquirir o imóvel. Porém, aqui o imóvel não é concedido de forma imediata: são realizados sorteios todos os meses, e você pode ser contemplado com o bem.

Também é possível que você dê lances para receber o imóvel (funcionando como um leilão), o que já antecipa o pagamento de muitas parcelas e libera o imóvel de forma imediata . Agora veja suas principais características:

  • não é preciso dar valor de entrada (salvo a hipótese do lance);
  • não há taxa de juros no pagamento (paga-se uma taxa de administração);
  • caso não opte pela possibilidade de dar um lance, o recebimento do imóvel depende da sorte de ser contemplado em sorteio, e pode levar muitos anos;
  • pode-se usar o FGTS para dar um lance e receber o imóvel antecipadamente.

Como fazer a melhor escolha para meu perfil?

Considere as necessidades e o orçamento familiar para escolher a melhor alternativa de pagamento do imóvel. Enquanto o consórcio é mais econômico que o financiamento, pelo fato de não ter taxas de juros, você somente conseguirá usar o imóvel quando tiver a sorte de ser contemplado, o que pode demorar um mês ou dez anos. Mas se você tem uma boa quantia para dar de lance, este panorama muda…

O financiamento costuma ser a opção mais comum pelos adquirentes que não desejam ou não podem aguardar muitos anos para usar o imóvel, nem querem depender da sorte — já que é possível se mudar para ele logo após conseguir o empréstimo com o banco.

Optar pelo financiamento ou consórcio dependerá da sua condição financeira e da necessidade de sua família. Mas antes, independentemente de sua escolha, você deve encontrar um imóvel ideal para o seu perfil com a ajuda de uma imobiliária especializada. Afinal, é ela que vai garantir a segurança da compra do bem.

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